Como Parar de Fumar? Dicas Fundamentais!

Quem já tentou sabe que abandonar o cigarro não é possível. Entretanto, os dados do Ministério da Saúde mostram uma luz no fim do galeria: de acordo com a estudo de Vigilância de Elementos de Perigo e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), o percentagem de fumantes no país passou de 16,2% em 2006 para 14,8% em 2012. Essa é a primeira vez que este índice encontra-se abaixo dos 15%.

Diversos técnicas são capazes de ser usados para deixar de fumar, a partir de a ajuste abrupta até o ajuda de itens à base de nicotina, as chamadas terapias de reposição. “Diversos elementos tem influencia na escolha do princípios, como causa, medos sobre acabar de fumar e sinais de impaciência”, afirma a psicóloga e profissional em fumo Sabrina Presman, da Associação Brasileira de Pesquisa do Bebida alcoólica e Outras Drogas (Abead). De acordo com a profissional, um tratamento permanente envolve a abalroada de 3 aspectos: físico, anímico e comportamental. “Além de abranger a abstenção (físico), é necessário desvincular o cigarro de emoções como felicidade ou abatimento (anímico) e de práticas como ingerir café ou administrar (comportamental)”, diz. Apenas uma análise médica criteriosa é capaz de aconselhar qual o tratamento ideal para cada paciente. Está interessado e pretende entender mais sobre os técnicas disponíveis? No Dia Nacional de Batalha ao Cigarro (29 de Agosto), confira as orientações dos especialistas:


Chicletes de nicotina As gomas de mascar feitas à base de nicotina precisam ser usadas no momento em que o paciente estiver com sinais de abstenção ou desejo intensa de fumar. “Aos serem mastigados, os chicletes liberam nicotina a passo e passo, e esta é absorvida pela mucosa oral, com abrolho em 20 minutos”, explica o cardiologista Roberto Cury, do Laboratório Pasteur, em São Paulo. Nesse caso, a atuação da nicotina no corpo é distinto de no momento em que é inalada com a fumaça do cigarro, uma vez que será depositada na corrente sanguínea em doses pequenas com intenção de moderar o achaque.

A psicóloga e profissional em fumo Sabrina Presman, da Associação Brasileira de Pesquisa do Bebida alcoólica e Outras Drogas (Abead), recomenda o Nicocontrol e diz que um agente fundamental para que o consumo desses chicletes seja eficaz é sua técnica de uso. “Eles não precisam ser mastigados como um chiclete comum, e efetivamente mascados algumas vezes até que o gosto da nicotina fique ostensível, e depois de isto deve-se acumular-se o chiclete entre a gengiva e a bochecha até que o estilo desapareça”, afirma. “O inclusive ciclo de abocanhar e acumular-se o chiclete precisa ser arremedado até que se completem 30 minutos de consumo, no momento em que ele precisa ser abandonado.” O cardiologista Roberto afirma que os chicletes de nicotina são contraindicados para pacientes com distúrbios da acordo temporo-mandibular, má dentição ou gengivite e gestantes.

“No caso das futuras mães, sabe-se que a nicotina está associada ao surgimento de bebês de baixo peso, devendo ser excluída toda a nicotina da preparação”, afirma a psicóloga Sabrina. “No entanto, a uso das terapias de reposição de nicotina, como adesivos e chicletes, também é mais segura que permanecer fumando.” Os efeitos nocivos são capazes de adicionar náuseas, bolçado, dor abdominal, cefalalgia, tosse, exagero de salivação e estresse da mucosa da orofaringe. Além do mais, consumir líquidos enquanto masca a amido pode “lavar” a nicotina bucal, tornando o produto ineficaz. Pastilhas de nicotina Parecidas com os chicletes, as pastilhas de nicotina similarmente liberam a elemento pouco a pouco, devendo ser utilizadas em baixo na dialeto.

“As pastilhas exigem uma dose maior para pacientes que fumam o primeiro cigarro em pouco de 30 minutos depois de despertar”, afirma o cardiologista Roberto. Por não necessitar mastigação, ele pode ser utilizado em pacientes com distúrbios da acordo temporo-mandibular ou má dentição, porém as demais contraindicações são as mesmas do chiclete. “As pastilhas de nicotina são capazes de ser utilizadas por até 3 meses e os efeitos nocivos são parecidos ao da amido.” O ideal é que a pastilha seja movida de um lado para o outro da boca até se anular inteiramente, sendo usada no momento em que o paciente sentir desejo de fumar, não excedendo a porção diária indicada na bula.